LEFFest 2014 em imagens

Este ano passámos, mais uma vez, pelo LEFFest e aqui ficam algumas imagens do ambiente vivido no Festival, contando com a presença de inúmeros convidados.

LEFFest 2014 em imagens

Este ano passámos, mais uma vez, pelo LEFFest e aqui ficam algumas imagens do ambiente vivido no Festival, contando com a presença de inúmeros convidados.

Le diable probablement (1977) de Robert Bresson

Le diable probablement (1977) de Robert Bresson

Le diable probablement (1977) é o penúltimo filme de Robert Bresson e, se permite observar o método e a forma minimalista a que Bresson se dedicou, ao longo dos anos, para reduzir o cinema aos elementos que considerava essenciais, o

Le diable probablement (1977) de Robert Bresson

Le diable probablement (1977) de Robert Bresson

Le diable probablement (1977) é o penúltimo filme de Robert Bresson e, se permite observar o método e a forma minimalista a que Bresson se dedicou, ao longo dos anos, para reduzir o cinema aos elementos que considerava essenciais, o

Quindici

Rossellini e o combate à ignorância na televisão

A Civic TV sai da sala de estar para entrar numa sala de cinema. Não estarei, atenção, a desvirtuar o objecto destas crónicas. Falarei, ainda assim, de cinema feito para televisão. Para ser mais exacto, aproveito o ciclo que o LEFFest dedicou ao cruzamento entre o cinema e a

Quindici

Rossellini e o combate à ignorância na televisão

A Civic TV sai da sala de estar para entrar numa sala de cinema. Não estarei, atenção, a desvirtuar o objecto destas crónicas. Falarei, ainda assim, de cinema feito para televisão. Para ser mais exacto, aproveito o ciclo que o LEFFest dedicou ao cruzamento entre o cinema e a

Radu Jude

Radu Jude: “Pouco me importa se um filme é bom ou mau, emocionante ou chato, só quero estimular o pensamento do espectador”

Ao longo dos anos o IndieLisboa vem seleccionando consecutivamente a quase totalidade dos filmes de Radu Jude: algumas das suas curtas e as suas duas primeiras longas-metragens (ambas na competição do festival) – sendo que Cea mai fericita fata din lume

Radu Jude

Radu Jude: “Pouco me importa se um filme é bom ou mau, emocionante ou chato, só quero estimular o pensamento do espectador”

Ao longo dos anos o IndieLisboa vem seleccionando consecutivamente a quase totalidade dos filmes de Radu Jude: algumas das suas curtas e as suas duas primeiras longas-metragens (ambas na competição do festival) – sendo que Cea mai fericita fata din lume

Deux jours, une nuit (Dois Dias, Uma Noite, 2014) de Luc Dardenne, Jean-Pierre Dardenne

LEFFest 2014: retalhos da vida de um gajo que vê filmes, parte V

Lisboa, 15 de Novembro de 2014 – Dia 7 Fui a Belém com dois propósitos bem certos: falar com o Rui Tavares e comer pastéis. Digo já que só consegui o primeiro. O ex-eurodeputado integrou um painel chamado “Superar o

Deux jours, une nuit (Dois Dias, Uma Noite, 2014) de Luc Dardenne, Jean-Pierre Dardenne

LEFFest 2014: retalhos da vida de um gajo que vê filmes, parte V

Lisboa, 15 de Novembro de 2014 – Dia 7 Fui a Belém com dois propósitos bem certos: falar com o Rui Tavares e comer pastéis. Digo já que só consegui o primeiro. O ex-eurodeputado integrou um painel chamado “Superar o

Foto de ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Rui Tavares: “o cinema não tem de ser especificamente nacional”

À laia do que define a identidade do LEFFest – a multidisciplinaridade – , quisemos sair da nossa zona de conforto e convocar neste espaço de cinema outras visões e outros saberes. Aproveitando a sua presença numa das mesas do

Foto de ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Rui Tavares: “o cinema não tem de ser especificamente nacional”

À laia do que define a identidade do LEFFest – a multidisciplinaridade – , quisemos sair da nossa zona de conforto e convocar neste espaço de cinema outras visões e outros saberes. Aproveitando a sua presença numa das mesas do

Ja-yu-eui eon-deok (The Hill of Freedom, 2014) de Hong Sang-soo

LEFFest 2014: retalhos da vida de um gajo que vê filmes, parte IV

Lisboa, 13 de Novembro de 2014 – Dia 7 Este é o primeiro filme que vejo de Christian Petzold e nele depositava as minhas expectativas e frustrações por, indecente como sou, não ter visto os anteriores. Phoenix (2014) tem um

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LEFFest 2014: retalhos da vida de um gajo que vê filmes, parte IV

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Merrily We Go To Hell (1932) de Dorothy Arzner

LEFFest 2014: retalhos da vida de um gajo que vê filmes, parte III

Lisboa, 11 de Novembro de 2014 – Dia 5 Giorgio Agamben, o célebre filósofo italiano, tem uma bela imagem para se aproximar daquilo que considera ser a natureza do “contemporâneo”. Segundo ele o contemporâneo é aquilo ou aquele que sente

Merrily We Go To Hell (1932) de Dorothy Arzner

LEFFest 2014: retalhos da vida de um gajo que vê filmes, parte III

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Untitled

John Wick (2014) de David Leitch e Chad Stahelski

Ao contrário de Taken (Busca Implacável, 2008) onde o protagonista tem que se salvar a filha das garras de um malvado, ou das pretensas motivações sócio-políticas de The Expendables (Os Mercenários, 2010) ou dos Rambos, para John Wick, o protagonista

Untitled

John Wick (2014) de David Leitch e Chad Stahelski

Ao contrário de Taken (Busca Implacável, 2008) onde o protagonista tem que se salvar a filha das garras de um malvado, ou das pretensas motivações sócio-políticas de The Expendables (Os Mercenários, 2010) ou dos Rambos, para John Wick, o protagonista

4YqUPRZ

Negro e pútrido, dele sai o mal e nele se afoga o bem

Na infinitamente copiada cena de Carnival of Souls (O Circo das Almas, 1962) de Herk Harvey (de Coppola a Romero…) o homem, símbolo de maldade pura, surge de uma água negra e pútrida. Na campanha da Greenpeace pelo fim da relação comercial

4YqUPRZ

Negro e pútrido, dele sai o mal e nele se afoga o bem

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Pasolini (2014) de Abrl Ferrara

LEFFest 2014: retalhos da vida de um gajo que vê filmes, parte II

Lisboa, 9 de Novembro de 2014 – Dia 3 Reparo agora que isto de achar Maps to the Stars (2014) o pior filme de Cronenberg ou o sonho canibal de um amnésico se tornou moda, ainda para mais tratando-se de

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The Sign of the Cross (O Sinal da Cruz, 1932) de Cecil B. DeMille

The Sign of the Cross (1932) de Cecil B. DeMille

Anos 30. Hollywood. Acha uma pessoa que é a década dos diamantes em bruto, com som muito rudimentar, câmaras instáveis, filmes de um realismo estarrecedor, e leva quase duma assentada com vários diamantes polidos em cima: Design for Living (Uma

The Sign of the Cross (O Sinal da Cruz, 1932) de Cecil B. DeMille

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