Bobines_de_Filme_na_Cinemateca_Portuguesa.

Para que serve, afinal, a Cinemateca Portuguesa?

No texto de balanço do último IndieLisboa, Luís Mendonça tornou pública a sua preocupação com as explicações aduzidas a propósito do cancelamento de várias sessões que deveriam ter tido lugar na Cinemateca Portuguesa

Bobines_de_Filme_na_Cinemateca_Portuguesa.

Para que serve, afinal, a Cinemateca Portuguesa?

No texto de balanço do último IndieLisboa, Luís Mendonça tornou pública a sua preocupação com as explicações aduzidas a propósito do cancelamento de várias sessões que deveriam ter tido lugar na Cinemateca Portuguesa

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Joaquim Pinto, lembrar e recordar

Desde sempre que o homem tem necessitado de preservar a sua memória, porque ela lhe falha constantemente, porque ela o engana amiúde e porque ela pura e simplesmente não é de fiar. Mas todos os suportes de memória são falíveis

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Joaquim Pinto, lembrar e recordar

Desde sempre que o homem tem necessitado de preservar a sua memória, porque ela lhe falha constantemente, porque ela o engana amiúde e porque ela pura e simplesmente não é de fiar. Mas todos os suportes de memória são falíveis

Il Grande Silenzio (1968) de Sergio Corbucci

Il grande silenzio (1968) de Sergio Corbucci

Nas últimas conversas à pala sobre o futuro da cinefilia falámos dele. Francisco Rocha há já vários anos que vem sendo uma espécie de “cinemateca/videoclube” não oficial na blogosfera nacional, dando a ver muitos filmes da história do cinema, devidamente

Il Grande Silenzio (1968) de Sergio Corbucci

Il grande silenzio (1968) de Sergio Corbucci

Nas últimas conversas à pala sobre o futuro da cinefilia falámos dele. Francisco Rocha há já vários anos que vem sendo uma espécie de “cinemateca/videoclube” não oficial na blogosfera nacional, dando a ver muitos filmes da história do cinema, devidamente

Captura de ecrã 2014-08-3, às 17.15.32

Uma ida à piscina

Na primeira Sopa de Planos, fomos à praia. Agora é tempo de piscina. O ambiente é urbano, a água tem cloro e depende de nós para ter vida. Águas mortas, higienizadas, a piscina oferece a segurança de não ter tubarões,

Captura de ecrã 2014-08-3, às 17.15.32

Uma ida à piscina

Na primeira Sopa de Planos, fomos à praia. Agora é tempo de piscina. O ambiente é urbano, a água tem cloro e depende de nós para ter vida. Águas mortas, higienizadas, a piscina oferece a segurança de não ter tubarões,

Captura de ecrã 2014-08-3, às 02.17.21

Harun Farocki (1994-2014): a inscrição de um cineasta do hoje e do amanhã

“A fotografia, muito mais do que o avião, acho eu, encurtou o mundo. Do bilhete-postal ao prospecto de viagens, da revista à imagem por satélite, da telefoto à radiografia, a imagem concorreu para tornar tudo mais familiar, mais próximo, mais

Captura de ecrã 2014-08-3, às 02.17.21

Harun Farocki (1994-2014): a inscrição de um cineasta do hoje e do amanhã

“A fotografia, muito mais do que o avião, acho eu, encurtou o mundo. Do bilhete-postal ao prospecto de viagens, da revista à imagem por satélite, da telefoto à radiografia, a imagem concorreu para tornar tudo mais familiar, mais próximo, mais

Goddo supiido yuu! Burakku emparaa (Godspeed you! Black emperor, 1976) de Mitsuo Yanagimachi

A primeira e última gangue

Câmera entrincheirada à altura do dorso de uma mulher, rente à parede. Ela fala: um monocórdico, taciturno fluxo. O filho está diante da mãe, sentado à mesa e frontal para nós (entrevisto no intervalo entre a parede e o

Goddo supiido yuu! Burakku emparaa (Godspeed you! Black emperor, 1976) de Mitsuo Yanagimachi

A primeira e última gangue

Câmera entrincheirada à altura do dorso de uma mulher, rente à parede. Ela fala: um monocórdico, taciturno fluxo. O filho está diante da mãe, sentado à mesa e frontal para nós (entrevisto no intervalo entre a parede e o

blumeal-in-paul-mazursky_s-blume-in-love-_1975_

Blume in Love (1973) de Paul Mazursky

Onde se lê Blume in Love (Amantes em Veneza, 1973) bem se poderia ler “Paul Mazursky in Love”, não fosse este um filme que revela um Mazursky – falecido em Junho último – completamente “in love” pelo

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Blume in Love (1973) de Paul Mazursky

Onde se lê Blume in Love (Amantes em Veneza, 1973) bem se poderia ler “Paul Mazursky in Love”, não fosse este um filme que revela um Mazursky – falecido em Junho último – completamente “in love” pelo

La jalousie (Ciúme, 2013) de Philippe Garrel

La jalousie (2013) de Philippe Garrel

Do Otelo de Veneza ao senhor Leonel de Vila Franca de Xira, o ciúme sempre foi um sentimento capaz de arrebatar as mais iradas tropelias. Até certo ponto, La jalousie (Ciúme, 2013), o último filme de Philippe Garrel, é portador

La jalousie (Ciúme, 2013) de Philippe Garrel

La jalousie (2013) de Philippe Garrel

Do Otelo de Veneza ao senhor Leonel de Vila Franca de Xira, o ciúme sempre foi um sentimento capaz de arrebatar as mais iradas tropelias. Até certo ponto, La jalousie (Ciúme, 2013), o último filme de Philippe Garrel, é portador

Conversas à Pala #9: o futuro da cinefilia ou John Ford com(o) uma receita de cannellonis

Foi uma conversa aberta e dinâmica virada para os desafios presentes e futuros que se colocam à cinefilia. Juntámos nestas Conversas à Pala, especialmente dedicadas ao segundo aniversário do À pala de Walsh, três cinéfilos, três modos distintos entre si, singulares “em

Conversas à Pala #9: o futuro da cinefilia ou John Ford com(o) uma receita de cannellonis

Foi uma conversa aberta e dinâmica virada para os desafios presentes e futuros que se colocam à cinefilia. Juntámos nestas Conversas à Pala, especialmente dedicadas ao segundo aniversário do À pala de Walsh, três cinéfilos, três modos distintos entre si, singulares “em

O Bobo (1987) de José Álvaro Morais

O Bobo (1987) de José Álvaro Morais

No história do cinema português não existe outro filme como O Bobo (1987), de José Álvaro Morais. Sejamos imodestos. São raros os filmes que independentemente do país de origem tenham tirado tão grande partido do que é específico da linguagem

O Bobo (1987) de José Álvaro Morais

O Bobo (1987) de José Álvaro Morais

No história do cinema português não existe outro filme como O Bobo (1987), de José Álvaro Morais. Sejamos imodestos. São raros os filmes que independentemente do país de origem tenham tirado tão grande partido do que é específico da linguagem

Histoire(s) du cinéma (1988) de Jean-Luc Godard

Garganta SECA

Se tem comichão coça – esse é o conselho que a tradição popular bem cedo nos oferece, que é como quem diz, se queres alguma coisa não esperes de rabo sentado, não esperes que os outros façam por ti. Mas também,

Histoire(s) du cinéma (1988) de Jean-Luc Godard

Garganta SECA

Se tem comichão coça – esse é o conselho que a tradição popular bem cedo nos oferece, que é como quem diz, se queres alguma coisa não esperes de rabo sentado, não esperes que os outros façam por ti. Mas também,

Things to Come (A Vida Futura, 1936) de William Cameron Menzies

Things to Come (1936) de William Cameron Menzies

Ainda nem há uma semana escrevia aqui, a propósito de Snowpiercer (Expresso do Amanhã, 2013), sobre a questão da tecnologia e da relação que o cinema arranjou para se lhe referir, quando me cai em mãos um dos filmes que em

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Ainda nem há uma semana escrevia aqui, a propósito de Snowpiercer (Expresso do Amanhã, 2013), sobre a questão da tecnologia e da relação que o cinema arranjou para se lhe referir, quando me cai em mãos um dos filmes que em