Les Beaux Jours d’Aranjuez (2016) de Wim Wenders
Às vezes, atrapalhada perante certos objectos acerca dos quais não tenho ainda uma opinião muito precisa, pergunto-me se é absolutamente necessário que…
“Teus dois cinemas, um ao pé do outro, por que não se afastam/
para não criar, todas as noites, o problema da opção/
e evitar a humilde perplexidade dos moradores?/
Ambos com a melhor artista e a bilheteira mais bela,/
que tortura lançam no Méier!”