A vida imaginada 11 de Junho, 2014 Crónicas·O Movimento Perpétuo Ontem, à hora em que escrevo estas palavras, os meus olhos encontravam-se mergulhados na exposição O Museu Imaginário de Henri Langlois, apresentada… Ler mais
Dirigimo-nos a um mundo instável 13 de Maio, 2014 Crónicas·O Movimento Perpétuo Para a crónica deste mês, optou-se por uma declaração de princípios: um jogo de palavras feito a partir de declarações de Jean… Ler mais
Sou da minha infância como sou de um país 8 de Abril, 2014 Crónicas·O Movimento Perpétuo O cinema tem muitas particularidades que não encontramos na vida – a de podermos modular o tempo ao nosso desejo, criarmos pontes e… Ler mais
Não se brinca com o espectador 13 de Março, 2014 Crónicas·O Movimento Perpétuo Quando chamámos de “movimento perpétuo” a este conjunto de crónicas, pensávamos, naturalmente, num movimento verdadeiro, ainda que invisível aos olhos – aquilo que… Ler mais
O privilégio de estar vivo 27 de Fevereiro, 2014 Crónicas·O Movimento Perpétuo “La peine de mort n’existant pas dans les écoles, on renvoya Dargelos et on transporta le proviseur à l’infirmerie.” Não existe, de… Ler mais
Face a face 28 de Janeiro, 2014 Crónicas·O Movimento Perpétuo A 6 de Fevereiro de 1960, depois de realizar Paths of Glory (Horizontes de Glória, 1957) e meses antes de Spartacus (1960) sair, Kubrick pegou numa… Ler mais
Ser, tout terriblement 29 de Dezembro, 2013 Crónicas·O Movimento Perpétuo Sempre achei maravilhoso o nome do produtor que lançou a carreira de Jean-Luc Godard e de outros colegas seus cineastas (colegas que… Ler mais
Em todas as ruas te encontro 28 de Novembro, 2013 Crónicas·O Movimento Perpétuo Pode o último plano de um filme ser o início de tudo? O presente texto foi publicado no livro de compilação O… Ler mais
O cinema é nosso 13 de Outubro, 2013 Crónicas·O Movimento Perpétuo É no meio das nuvens, a meio de uma viagem, que o último número dos Cahiers du cinéma me faz lembrar de… Ler mais
Il faut tenir, il faut tenir 12 de Setembro, 2013 Crónicas·O Movimento Perpétuo Mais qu’est-ce que j’ai? J’ai l’air vieux aujourd’hui. É a pergunta que Claude se coloca no final de Les deux anglaises et… Ler mais