Cinema Novo (2016) de Eryk Rocha 6 de Abril, 2018 Críticas·Em Sala O Cinema Novo não é uma questão de idade, é uma questão de verdade. Paulo Cesar Saraceni Cinema Novo (2016) situa-nos no… Ler mais
Rebecca (1940) de Alfred Hitchcock 5 de Abril, 2018 Críticas·Noutras Salas Rebecca (1940) é um desses filmes que cada cinéfilo guarda para si religiosamente, qual globo mágico, onde todos os mistérios do mundo… Ler mais
Ready Player One (2018) de Steven Spielberg 4 de Abril, 2018 Críticas·Em Sala Em La vallée fantôme (O Vale Fantasma, 1987), de Alain Tanner, um dos personagens, que é um realizador de cinema, diz: “O cinema é como… Ler mais
Jusqu’à la garde (2017) de Xavier Legrand 2 de Abril, 2018 Críticas·Em Sala A primeira longa-metragem de Xavier Legrand faz parte de um desses raros cometas que se destacam da habitual tepidez com que o… Ler mais
Una Mujer Fantástica (2017) de Sebastián Lelio 31 de Março, 2018 Cinema em Casa·Críticas Quando a identidade é uma questão de sobrevivência é natural que as imagens reflectidas ganhem uma importância fulcral, quer sejam de nós… Ler mais
“O Terceiro Assassinato”: lição de epistemologia 29 de Março, 2018 Críticas·Em Sala A obra de Hirokazu Koreeda regressa a Portugal depois de um hiato de cerca de cinco anos das salas nacionais e duas… Ler mais
The Strangers: Prey at Night (2018) de Johannes Roberts 28 de Março, 2018 Críticas·Em Sala Why not? Dollface, The Strangers: Prey at Night, 2018 Set me free why don’t cha babe Get out my life why don’t… Ler mais
Frost (2017) de Sharunas Bartas 26 de Março, 2018 Críticas·Em Sala No início do mais recente filme do realizador lituano Sharunas Bartas, Frost (Geada, 2017), dois homens encontram-se à noite, no meio da rua,… Ler mais
Colo (2017) de Teresa Villaverde 19 de Março, 2018 Críticas·Em Sala Começo franco e bruto. Sendo um admirador confesso do trabalho de Teresa Villaverde – Três Irmãos (1994), Os Mutantes (1998), Transe (2006)… Ler mais
Que le diable nous emporte (2018) de Jean-Claude Brisseau 18 de Março, 2018 Críticas·Em Sala “O riso é mais divino. É mesmo mais indecifrável do que as lágrimas”, escreve Georges Bataille no romance inacabado Ma mère. Para o… Ler mais