Natália, a encoberta 3 de Novembro, 2025 Crónicas·Um lugar na coxia A Mulher Que Morreu de Pé (2024), o ensaio cinematográfico que Rosa Coutinho Cabral assina em busca de uma Natália Correia (1923-1993),… Ler mais
Homicídio Conjugal, parte II: “La Femme Infidèle” 28 de Outubro, 2025 Crónicas·Week-End Foi a força da memória que atrasou a chegada deste texto. Ao revermos La Femme Infidèle (A Mulher Infiel, 1969), designadamente a… Ler mais
Crítica e consenso 13 de Outubro, 2025 Crónicas·O Vampiro da Cinemateca É um fenômeno que se repete a cada poucos meses: um filme, geralmente americano, mas nem sempre, é lançado e recebe dezenas… Ler mais
Combustão espontânea 13 6 de Outubro, 2025 Combustão Espontânea·Crónicas 1. Ah, os ingleses! É bem conhecida a campanha (na sua má-fé, de facto, difícil de compreender) dos “jovens turcos” da Nouvelle… Ler mais
Homicídio conjugal, parte I: “Dial M for Murder” 29 de Setembro, 2025 Crónicas·Week-End Nos últimos meses, estas crónicas têm estado sob a influência de Patricia Highsmith, dos seus heróis criminosos, como uma doce doença, que… Ler mais
O mito da obra perfeita 15 de Setembro, 2025 Crónicas·O Vampiro da Cinemateca De tempo em tempo reaparece a história sobre Quentin Tarantino ter planejado desde jovem que se aposentaria após o décimo filme, o… Ler mais
O palco vazio 10 de Setembro, 2025 Crónicas·Um lugar na coxia Primeiro estranhei, e fiquei curioso. Desconfiado, mas desperto. Haveria um teatro em ruínas sobre o qual uma casa de apostas se interessava,… Ler mais
Combustão espontânea 12 3 de Setembro, 2025 Combustão Espontânea·Crónicas 1. Desde início, enquanto “ilusionismo óptico” que faz ver a continuidade do movimento onde apenas existe o descontínuo (intervalado) da sequência de… Ler mais
Pontos cegos no grande mapa do cinema 15 de Julho, 2025 Crónicas·O Vampiro da Cinemateca Falei na crônica do mês passado sobre a permanência ou não dos filmes ao longo do tempo. É um assunto que muito… Ler mais
Combustão espontânea 11 7 de Julho, 2025 Combustão Espontânea·Crónicas 1. O termo giallo, que referia, num primeiro nível, a cor (amarela) das capas de romances policiais hard boiled, com elementos gore… Ler mais