O nosso destaque é relativamente óbvio: Rak ti Khon Kaen (O Cemitério do Esplendor, 2015) de Apichatpong Weerasethakul assombra ainda os espíritos que cometeram…
Depois ter impressionado Berlim com Balada de um Batráquio (2016), que tem passado amiúde nesta edição do IndieLisboa, Leonor Teles impressionou-me a mim…