Respigar até ao fim da ceifa 16 de Maio, 2022 Crónicas·Do álbum que me coube em sorte E no entanto és gente, sangue e terra, corpo vulgar crescendo para a morte; incerto no que fazes, no que sentes, e… Ler mais
Estando o tempo do amor contado 20 de Março, 2022 Crónicas·Do álbum que me coube em sorte Um dia abres os olhos e descobresos inexactos corpos misturadose ficas sem saber de que maneiraeste estranho centauro nomear. António Franco Alexandre,… Ler mais
As mulheres que passaram numa clareira 20 de Dezembro, 2021 Crónicas·Do álbum que me coube em sorte ………………….… ; masquando em ti penso sou seguro e claro;gira a terra sem melancolia,aceito tudo como o tempo o quis. António Franco… Ler mais
“Équation à un inconnu”: e eu quero ser amado mais do que qualquer outra coisa no mundo 26 de Outubro, 2020 Críticas·Festivais·QueerLisboa·Raridades Pensar em Équation à un inconnu (1979) leva-me a recorrer à ultima estrofe de um poema de Frank O’Hara (em título) por… Ler mais