“O Amor que Perdura”: ‘slice-of-life/slice-of-dreams’

No seu livro Museum of Obsessions (2018), Harald Szeemann reflete sobre a prática curatorial indexada a um exercício obsessivo. Distante de uma conotação patológica, a obsessão seria, segundo o autor, um princípio metodológico para a construção de uma exposição ou de um museu enquanto projeto intelectual e imaginário. Interessava-lhe menos organizar exposições em torno de categorias históricas do que alimentar…

Críticas

Dossier

Crónicas

Ser de Poshteh

(para a Isabel) A meio de Bad Mara Khahad Bourd (O Vento Levar-nos-á, 1999), de Abbas Kiarostami, o protagonista, Behzad, vai…

E agora?

Ainda se poderá falar de spoilers? O verbo inglês to spoil significa estragar, arruinar. Na língua portuguesa, o adjetivo espoliado, ou o…

Contra-campo

Steal a Still #73: Miguel De

A rubrica Steal a Still celebra a potência estética do still e a curiosidade voyeur pelo que de mais recente “o igual…

Festivais